<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2689003272732446343</id><updated>2011-04-21T13:36:39.630-07:00</updated><category term='top 5'/><category term='música dos outros'/><category term='wtf?'/><category term='whatever'/><category term='pseudoliteratura'/><category term='cinema'/><category term='jornalismo'/><title type='text'>brincando com facas.</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>David Tavares Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08701140547705246582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://b1.ac-images.myspacecdn.com/00404/14/80/404220841_l.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2689003272732446343.post-9032943560609626943</id><published>2009-01-16T03:41:00.000-08:00</published><updated>2009-01-16T03:49:25.632-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música dos outros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><title type='text'>Colaborações</title><content type='html'>Pessoal,&lt;br /&gt;agora sou um colaborador jornalístico efetivo do blog de &lt;a href="http://coletivopegada.wordpress.com/"&gt;Pegada&lt;/a&gt;, coletivo de produção cultural ligado à música independente (do qual faço parte).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas matérias que já fiz no site:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Sobre o quadro colaborativo "Outro Olhar", do telejornal "Repórter Brasil", da TV Brasil: &lt;a href="http://coletivopegada.wordpress.com/2009/01/15/outro-olhar-exibe-videos-de-colaboradores-na-tv-brasil/"&gt;http://coletivopegada.wordpress.com/2009/01/15/outro-olhar-exibe-videos-de-colaboradores-na-tv-brasil/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Entrevista com a banda Utopia!, que tocará nas prévias do Grito Rock BH 2009: &lt;a href="http://coletivopegada.wordpress.com/2009/01/14/previas-grito-2009-utopia/"&gt;http://coletivopegada.wordpress.com/2009/01/14/previas-grito-2009-utopia/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cobertura da 2ª prévia do Grito Rock Sabará 2009, acontecido no Matriz (BH), em 10/1: &lt;a href="http://coletivopegada.wordpress.com/2009/01/13/cobertura-de-pegada-2%c2%aa-previa-grito-rock-sabara/"&gt;http://coletivopegada.wordpress.com/2009/01/13/cobertura-de-pegada-2%c2%aa-previa-grito-rock-sabara/&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Também sou o responsável pelas resenhas de discos independentes para o mais novo blog do BH Indie Music (&lt;a href="http://bhindiemusic-discos.blogspot.com/"&gt;http://bhindiemusic-discos.blogspot.com&lt;/a&gt;). Toda quarta-feira, um novo trabalho será divulgado no site, com seu devido comentário.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acessem!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2689003272732446343-9032943560609626943?l=brincandocomfacas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/feeds/9032943560609626943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2689003272732446343&amp;postID=9032943560609626943&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/9032943560609626943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/9032943560609626943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/2009/01/colaboraes.html' title='Colaborações'/><author><name>David Tavares Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08701140547705246582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://b1.ac-images.myspacecdn.com/00404/14/80/404220841_l.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2689003272732446343.post-346673599679605328</id><published>2009-01-16T03:28:00.000-08:00</published><updated>2009-01-16T03:38:27.604-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pseudoliteratura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><title type='text'>O que Euclides da Cunha faria?</title><content type='html'>&lt;em&gt;(Texto colaborativo com &lt;a href="http://chsalgado.blogspot.com/"&gt;Caio Araujo&lt;/a&gt; e Letícia Flávia. Nomes e lugares são meramente ilustrativos)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Ao entrar no apartamento 203, Augusto Lacerda bate a porta fazendo tremer os vidros das suas janelas. São 23h10 e acaba de voltar de uma entrevista frustrada com um deputado. Deveria fazer um perfil do sujeito para o jornal no qual escreve aos domingos - depois de malogradas tentativas de incursão no meio literário. Sua Senhoria fora bastante monossilábico e um tanto quanto cínico em relação às suas respostas. O comportamento do político foi de dar azia em sal de frutas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para acalmar os ânimos serve-se de uísque 12 anos com dois cubos de gelo. Presente de uma amiga que o visitava vez ou outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o sofá de chenille jaz uma longínqua edição do Diário da Manhã. Já sentado no móvel vagabundo, Lacerda folheia o periódico e encontra um de seus primeiros perfis. “Entrevistas boas são como a que fiz com o Valdivino Nunes, aquele músico, que me contou até o que eu não queria saber em uma hora e meia. Basicamente o deixei falando e anotei tudo num guardanapo de pano, que guardo até hoje”, relembra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando está em casa, Lacerda segue um ritual para a criação de seus textos. Além do uísque sobre a mesa de mogno, acende um charuto panatela curto, corta-o displicentemente, traz um cinzeiro para perto, pega o bloco de anotações, relembra dos pormenores, tira uma pilha de folhas da gaveta e datilografa silenciosamente suas primeiras linhas, em uma antiquada e ruidosa máquina de escrever. Às vezes, coloca um vinil de Miles Davis, ou Etta James, para tornar o ambiente propício à sua arte, digamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, Lacerda parece transmutar-se em Hemingway, e as matérias fluem entre seus dedos com aparente facilidade. “O jornalismo tem dessas coisas de linha de produção, em que você tem que demonstrar resultados constantemente. Mas eu não consigo me desvencilhar dessa visão antiga, romântica e boêmia da profissão”, admite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, escrever não é uma tarefa tão simples. Lacerda se esforça para burilar cada trecho e fazer-se entendido pelo leitor comum, sem deixar escapar a essência dos fatos, nem deturpar as falas alheias. Quando se sente bloqueado, recorre a livros de Gay Talese ou Truman Capote. “O que Euclides da Cunha faria numa situação dessas?”, pergunta-se em alguns pontos-chave complicados. Mas tudo se acerta e acaba bem no fim das cinco laudas. Nem sempre para o entrevistado, como o deputado cujo nome escrito na última linha rendeu-lhe um processo judicial por calúnia e difamação, além do titulo de ex-deputado, pela repercussão da matéria.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2689003272732446343-346673599679605328?l=brincandocomfacas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/feeds/346673599679605328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2689003272732446343&amp;postID=346673599679605328&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/346673599679605328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/346673599679605328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/2009/01/o-que-euclides-da-cunha-faria.html' title='O que Euclides da Cunha faria?'/><author><name>David Tavares Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08701140547705246582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://b1.ac-images.myspacecdn.com/00404/14/80/404220841_l.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2689003272732446343.post-7455814516878851009</id><published>2009-01-09T09:45:00.000-08:00</published><updated>2009-01-16T03:37:58.293-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='wtf?'/><title type='text'>Comeback</title><content type='html'>Eu tinha ido ali, mas já tô voltando. Peraí.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2689003272732446343-7455814516878851009?l=brincandocomfacas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/feeds/7455814516878851009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2689003272732446343&amp;postID=7455814516878851009&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/7455814516878851009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/7455814516878851009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/2009/01/comeback.html' title='Comeback'/><author><name>David Tavares Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08701140547705246582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://b1.ac-images.myspacecdn.com/00404/14/80/404220841_l.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2689003272732446343.post-1604998568591544215</id><published>2009-01-09T03:39:00.001-08:00</published><updated>2009-01-16T03:37:43.465-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><title type='text'>Fundamentos de Cinema: Laranja Mecânica</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.union.jor.br/sobrecinema/titulos_e_cartazes/laranja.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 172px; CURSOR: hand; HEIGHT: 237px" alt="" src="http://www.union.jor.br/sobrecinema/titulos_e_cartazes/laranja.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;Cartaz&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O thriller Laranja Mecânica leva ao espectador uma projeção distópica de 1995, na qual grupos de jovens violentos dominam a Inglaterra e configuram um grave problema social. O protagonista Alex DeLarge (Malcolm McDowell) é o líder de uma dessas gangues, que, no decorrer da obra, é re-inserido à sociedade após um severo tratamento psiquiátrico, denominado Ludovico, que visava à mecanização de seus atos e impulsos.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.union.jor.br/sobrecinema/titulos_e_cartazes/laranja2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 173px; CURSOR: hand; HEIGHT: 242px" alt="" src="http://www.union.jor.br/sobrecinema/titulos_e_cartazes/laranja2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A tag line do cartaz original explica bem a psique doentia de Alex (“sendo as aventuras de um jovem cujos principais interesses são estupro, ultra-violência e Beethoven”), cuja fotografia aparece em primeiro plano no cartaz, brandindo uma faca dentro do desenho de uma espécie de túnel no formato da letra A, que simbolizaria o seu próprio nome. Mais abaixo, na mesma figura, encontra-se a figura de uma mulher nua de joelhos, que nada mais é do que a principal máquina de serviço do Korova Milk Bar, local onde a gangue do longa-metragem se encontra para tomar leite com drogas. Nota-se que tanto esta figura – provavelmente, por motivos morais – quanto a tag line foram eliminadas do cartaz original na versão nacional. O fundo branco utilizado em ambos visa contrastar agudamente os elementos gráficos do texto, contrapondo o minimalismo da cor, símbolo de paz, ao conteúdo obscuro do filme.&lt;br /&gt;Abaixo da figura principal, figura em destaque o nome do diretor da obra, Stanley Kubrick e o título do filme, em fonte bold cheia de angulações, simbolizando esteticamente o futurismo mecanicista retratado na película. É possível que a presença do nome de Kubrick no pôster seja justificada pela credibilidade artística agregada, incitando a críticos e espectadores a estabelecerem contato com a obra. Na versão nacional, o nome do diretor chega a constar duas vezes. No cartaz original, o título é colocado na mesma cor do fundo, enquanto figura no cartaz brasileiro com uma óbvia tonalidade laranja.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Título&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O título, traduzido literalmente para o português, permanece críptico para muitos apreciadores da obra, uma vez que não é feita nenhuma referência relevante no roteiro – apesar de ser o nome do livro em que o personagem Frank Alexander trabalhava quando foi atacado pela gangue de DeLarge. O nome em inglês, A Clockwork Orange, faz menção a uma gíria londrina, mas com o sentido subvertido para simbolizar um homem (orang, em malaio – país onde o escritor do livro original, Anthony Burgess, serviu ao exército durante a II Guerra Mundial) que produz respostas mecânicas aos estímulos do seu meio (clockwork), conforme ocorre com Alex após o tratamento Ludovico. Em um ensaio posterior, “Clockwork Oranges”, Burgess explica que o título incorpora a história de forma metafórica, indicando que a laranja (simbolizando o homem) seria um organismo cheio de cor e, potencialmente, doçura, mas que encontra-se submetida a um ambiente pavloviano, que condiciona suas ações.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;(publicado originalmente no site Union: &lt;a href="http://www.union.jor.br/sobrecinema/titulos_e_cartazes/laranjamecanica.htm"&gt;http://www.union.jor.br/sobrecinema/titulos_e_cartazes/laranjamecanica.htm&lt;/a&gt;)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2689003272732446343-1604998568591544215?l=brincandocomfacas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/feeds/1604998568591544215/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2689003272732446343&amp;postID=1604998568591544215&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/1604998568591544215'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/1604998568591544215'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/2009/01/fundamentos-de-cinema-laranja-mecnica.html' title='Fundamentos de Cinema: Laranja Mecânica'/><author><name>David Tavares Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08701140547705246582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://b1.ac-images.myspacecdn.com/00404/14/80/404220841_l.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2689003272732446343.post-7282758912749481243</id><published>2009-01-09T03:12:00.000-08:00</published><updated>2009-01-16T03:37:29.746-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><title type='text'>Fundamentos de Cinema: Amnésia</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.union.jor.br/sobrecinema/titulos_e_cartazes/amnesia2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 169px; CURSOR: hand; HEIGHT: 271px" alt="" src="http://www.union.jor.br/sobrecinema/titulos_e_cartazes/amnesia2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Cartaz&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O thriller psicológico Amnésia baseia-se na história do personagem Leonard Shelby (Guy Pearce), que teve sua mulher brutalmente assassinada e, após o ocorrido, passa a apresentar amnésia anterógrada, não conseguindo lembrar-se de fatos recentes. Para tentar contornar sua condição, Shelby elabora um sistema de notas, fotografias Polaroid e tatuagens para guardar informações sobre ele mesmo, as pessoas ao seu redor e o assassinato, uma vez que não confia em Teddy (Joe Pantoliano) e Natalie (Carrie-Anne Moss), que conduzem as investigações.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.union.jor.br/sobrecinema/titulos_e_cartazes/amnesia.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 168px; CURSOR: hand; HEIGHT: 234px" alt="" src="http://www.union.jor.br/sobrecinema/titulos_e_cartazes/amnesia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O cartaz utiliza como principal elemento gráfico as fotografias instantâneas tiradas por Shelby durante o filme. Sobrepõem-se, repetidamente, as imagens de Guy Pearce e Carrie-Anne Moss para criar um efeito de profundidade e infinidade, ligadas ao labirinto mental do protagonista. A tag line foi apenas traduzida no cartaz brasileiro (“há coisas que são melhores esquecidas”), tendo o seu lugar original trocado. Na versão americana, a frase aparece abaixo da fotografia de Moss, enquanto no pôster nacional aparece dentro da imagem principal de Pearce. Ainda no original, os nomes dos atores principais figuram com igualdade de destaque logo acima do título, enquanto na versão brasileira foi dado um maior destaque para Pearce (cujo nome aparece na parte de cima da maior fotografia) e Moss (abaixo de sua imagem), sendo suprimido o nome de Joe Pantoliano, por, provavelmente, não ser um ator muito conhecido no país. Esta versão do cartaz também chama a atenção para os efeitos comerciais da obra no resto do mundo (“mais de 300.000 expectadores nos cinemas”), visando à estimulação do consumo do espectador comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Título&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A tradução em português escolheu um título mais óbvio para representar a obra, Amnésia, em detrimento do original Memento. O termo vem do latim, e significa “lembra-te”, ou “lembrança”, sendo geralmente usado no responsório “Memento Mori” (lembra-te que és mortal), utilizado no título do conto de Jonathan Nolan a partir do qual foi construído o roteiro do filme. O título original, apesar de soar mais obscuro e estabelecer uma ligação mais sutil com o contexto da história narrada – na qual a morte é um dos temas principais –, não teria apelo comercial se fosse utilizado no país, por ser uma palavra desconhecida de grande parte da população. Outra diferença entre as apresentações dos dois títulos é o tipo de letra utilizado, sendo um manuscrito no cartaz original e uma fonte distorcida na versão brasileira, talvez para enfatizar os efeitos de vertigem e estranhamento da película.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(publicado originalmente no site Union: &lt;a href="http://www.union.jor.br/sobrecinema/titulos_e_cartazes/amnesia.htm"&gt;http://www.union.jor.br/sobrecinema/titulos_e_cartazes/amnesia.htm&lt;/a&gt;)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2689003272732446343-7282758912749481243?l=brincandocomfacas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/feeds/7282758912749481243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2689003272732446343&amp;postID=7282758912749481243&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/7282758912749481243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/7282758912749481243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/2009/01/fundamentos-de-cinema-amnsia.html' title='Fundamentos de Cinema: Amnésia'/><author><name>David Tavares Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08701140547705246582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://b1.ac-images.myspacecdn.com/00404/14/80/404220841_l.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2689003272732446343.post-2998569747239445042</id><published>2008-08-20T15:14:00.000-07:00</published><updated>2008-08-20T15:30:40.477-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pseudoliteratura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Álcool 'torna as pessoas mais bonitas', indica estudo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uns copos de cerveja, as pessoas realmente começam a achar os outros mais bonitos, segundo um estudo feito por cientistas da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, e publicado na revista "New Scientist". A equipe liderada por Marcus Munafò, do Departamento de Psicologia Experimental, conduziu uma experiência com 84 alunos heterossexuais, pedindo que eles consumissem uma bebida não-alcoólica com sabor de limão ou uma bebida alcoólica com um sabor semelhante. A quantidade de álcool variava de acordo com o indivíduo, mas foi calculada para ter o efeito que um copo de 250 ml de vinho teria em uma pessoa de 70 kg - ou seja, o suficiente para deixar parte dos alunos levemente embriagados. Quinze minutos depois, os pesquisadores mostraram fotografias aos participantes de pessoas da sua idade, de ambos os sexos. Tanto os homens como as mulheres que haviam consumido álcool avaliaram as pessoas retratadas como mais atraentes do que os participantes do grupo de controle (que tinham tomado a bebida sem álcool).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Da BBC, via portal G1 (&lt;http:&gt;, acesso em 19 ago 2008).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;xxxxx &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MUDANÇA DE COMPORTAMENTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É incrível como este boteco anda mal freqüentado”, exclama Dionísio para seus três amigos. São 19h de uma sexta-feira, e o bar da região central da cidade está lotado, como de praxe. Após a dura jornada de trabalho, os colegas de Dionísio costumam reunir-se no local para tomar as merecidas primeiras cinco ou dez cervejas do fim de semana. Libertar-se do estresse agregado durante os quatro dias anteriores é a lei, assim como flertar com todos os pares interessantes de pernas no perímetro de um quilômetro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dionísio, no entanto, é o único dos quatro que possui carro, e acaba servindo de chofer para todos após a sessão alcoólica. Já foi de se alterar bastante, de consumir tudo o que fosse possível e se esbaldar na libertinagem, mas depois da agravação da Lei Seca, baixou o facho. Tudo o que faltava era perder a carteira de habilitação numa farra qualquer e ter de voltar a pé para casa. Ou pior, de ônibus. Mas, incrivelmente, seu repentino senso de cuidado também acabou por mexer com a sua libido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Cara, é impressão minha ou sempre teve esse bando de gente feia neste bar?”, indaga aos colegas de trabalho. “É incrível como não há ninguém que valha a pena abordar por aqui!”. E, após deixar os amigos, volta para casa, silencioso e desacompanhado. As responsabilidades mudam, e os critérios, também.&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2689003272732446343-2998569747239445042?l=brincandocomfacas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/feeds/2998569747239445042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2689003272732446343&amp;postID=2998569747239445042&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/2998569747239445042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/2998569747239445042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/2008/08/lcool-torna-as-pessoas-mais-bonitas.html' title=''/><author><name>David Tavares Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08701140547705246582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://b1.ac-images.myspacecdn.com/00404/14/80/404220841_l.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2689003272732446343.post-6925649350643038</id><published>2008-08-20T07:02:00.001-07:00</published><updated>2008-08-20T15:43:04.684-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='top 5'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música dos outros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><title type='text'>5 discos para NÃO se ouvir indo ao trabalho</title><content type='html'>Ir ou não à luta, eis a questão. Para muitos, não se trata exatamente de uma opção - me incluo nesse grupo. Então, para espairecer um pouco antes da puxada labuta rotineira, uso meu mp3 player como fonte de inspiração. E, por experiência própria, aí estão as dicas de 5 discos que você não deve ouvir neste percurso, por diversos motivos. Quem avisa, amigo é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;05. Garbage, "Garbage"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/b/bf/Garbage_album.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 174px; CURSOR: hand; HEIGHT: 155px" height="189" alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/b/bf/Garbage_album.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Ótimo disco, no qual sou viciado desde o lançamento, acontecido em um longínquo 1995. Pegada pop, letras boas, muitas guitarras e muitas texturas. E é aí que reside o problema. As texturas. São tantas guitarras e teclados e efeitos e vocais que fica difícil equalizar, mesmo para o Butch Vig. Soa bem em uma boombox, mas quando você coloca em fones de ouvido em uma rua movimentada ou uma estação de metrô, já era. Fica tudo ininteligível, perdem-se todos os detalhes e muitos dos elementos principais. Ouça somente em ambientes silenciosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;04. Bob Dylan, "Bringing It All Back Home&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/a/ad/BringingHome.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 166px; CURSOR: hand; HEIGHT: 139px" height="114" alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/a/ad/BringingHome.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mesma coisa, só que diferente. Álbum clássico, sensacional. Mas ouvir Dylan requer atenção nas letras. Tá certo que esse foi o primeiro disquinho mais rock dele, então é interessante em termos de arranjo e tal. Mas a poesia é o que conta. Letras como as de "It's Alright Ma (I'm Only Bleeding)", "She Belongs To Me" e "It's All Over Now, Baby Blue" não podem passar despercebidas. Só que o típico ruído urbano, na maioria das vezes, tapa toda a mensagem externada por Dylan em sua voz fanhosa e autêntica. Ou autenticamente fanhosa. Ah, também há outro contra: "Maggie's Farm". Ouvi-la no caminho para o trabalho, quando você não está numa relação muito boa com os colegas ou com o chefe, pode incitar rebeldias descabidas e lhe causar problemas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;03. Nico, "Chelsea Girl"&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/5/52/NicoChelseaGirl.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 168px; CURSOR: hand; HEIGHT: 170px" height="182" alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/5/52/NicoChelseaGirl.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Um motivo só: dá sono. Imagine você, em pé dentro do ônibus lotado em plena manhã de quarta-feira, ouvindo a todas aquelas guitarrinhas limpas e flautinhas e quartetinho de cordas e a voz extremamente entediada de Nico sobre 10 gemas pop bem lentas. Não dá outra. Mesmo o disco sendo bom, os joelhos não se seguram e você cai nos braços de Morfeu em pé mesmo. Só tome cuidado com as curvas fechadas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O conselho se aplica ao restante da discografia da Nico, bastante experimental e bizarra. Coisas que não vão lhe interessar em ouvir às seis da manhã. Exceto o disco com o Velvet.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;02. Nirvana, "In Utero"&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/7/7d/InUteroNew1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 168px; CURSOR: hand; HEIGHT: 152px" height="105" alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/7/7d/InUteroNew1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os inconvenientes são vários. O primeiro é o som característico do disco, produzido pelo Steve Albini, mestre das baterias estrondosas e das guitarras rasgadas. Isso pode produzir dois efeitos em você: a) gerar agressividade gratuita e você chegar no trabalho querendo socar o seu gerente, sem mais nem menos; ou b) te atordoar e você adentrar o local de serviço sem nem saber o seu nome, quanto mais as suas tarefas. Sem falar nas letras altamente depressivas de Kurt, totalmente desaconselháveis em casos de insatisfação ou frustração profissional. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o vencedor é:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;01. Marianne Faithfull, "Broken English"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/8/86/BrokenEnglish.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 172px; CURSOR: hand; HEIGHT: 152px" height="231" alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/8/86/BrokenEnglish.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esqueça Elliott Smith ou Joy Division ou qualquer álbum desses exemplos clássicos de live-fast-die-young. Esse é o disco mais suicida de todos os tempos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Contextualizando: Marianne nasceu em berço de ouro, virou pop star aos 17, mãe aos 18, mulher do Mick Jagger aos 19 e viciada em heroína e cocaína aos 23. Nem tente comparar: Amy Winehouse ainda perde. Após o fim da relação com o Rolling Stone, desistiu da carreira (ops!), entregou o filho para a avó e foi morar nas ruas de Londres, dedicando-se inteiramente aos maus hábitos, que deixaram sua voz de anjo limitada a grunhidos. Dois anos depois, conseguiu um novo contrato com uma gravadora, casou-se com o guitarrista da banda punk Vibrators, mudou-se para um apê bem caído, sem água nem eletricidade, e gravou &lt;em&gt;Broken English&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O disco parece incorporar todos os sofrimentos de Marianne, direta ou indiretamente. Apesar de embalado em um sotaque eletrônico-ridículo, com tons de pós-punk e reggae, a voz rascante da cantora legitima todos os transtornos explanados nas letras, desde falta de grana ("Brain Drain") e abstinência de drogas ("What's the Hurry?") até o ápice da frustração sexual (a famigerada e x-rated "Why D'Ya Do It?"). Além disso, Marianne se identifica profundamente os sofrimentos de gente muito distante de sua realidade, como a terrorista alemã Ulrike Meinhof ("Broken English") e mesmo a classe trabalhadora (versão aterradora de "Working Class Hero", do Lennon). A própria cantora chegou a afirmar que esperava morrer depois desse disco, por isso a desova de tanta intensidade de uma vez só.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Portanto, se é o disco mais suicida de todos os tempos, qualquer pessoa minimamente descontente com o seu trabalho deve ficar o mais longe possível deste trabalho, porque a negatividade vai te puxar pra baixo. Não há como escapar. Totalmente desaconselhável para office boys &amp;amp; girls. Operadores de telemarketing, então, devem passar a quilômetros de distância. Okie dokie?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2689003272732446343-6925649350643038?l=brincandocomfacas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/feeds/6925649350643038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2689003272732446343&amp;postID=6925649350643038&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/6925649350643038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/6925649350643038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/2008/08/5-discos-para-no-se-ouvir-indo-ao.html' title='5 discos para NÃO se ouvir indo ao trabalho'/><author><name>David Tavares Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08701140547705246582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://b1.ac-images.myspacecdn.com/00404/14/80/404220841_l.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2689003272732446343.post-441067532961602705</id><published>2008-05-06T14:25:00.000-07:00</published><updated>2009-01-09T02:56:59.961-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música dos outros'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='jornalismo'/><title type='text'>Eu vi o não, eu vi a bala matadeira.</title><content type='html'>O palco é uma entidade distinta do nosso raso senso de realidade. Não importa o quão insignificante o indivíduo possa ser: uma vez movido por paixão e determinação, não sobra rastro de sua aparência cotidiana. Não importam as imperfeições, pois todas elas adquirem um senso de propósito, de assimetria intencional. E o artista pode se desnudar, porque a sua vulnerabilidade lhe confere poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o que percebi sábado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, apagaram-se todas as luzes do palco e começaram a ser projetadas animações estranhas e ininteligíveis em cima da banda. Esse recurso viria a substituir os canhões de luz durante toda a apresentação. E então ela sobe, marchando entre os músicos. Top branco, botas pesadas cinzentas. A calça parecia um suéter branco costurado sobre os quadris. Os usuais dreadlocks vermelhos eram entremeados por mechas tamanho máquina 5. Ela não possui um corpo escultural. Até pelo contrário. É baixinha e tem uma expressão leve, mas permanente, de cansaço. Tanto no rosto como na postura. Mas os olhos de fera sobressaem, assim como a linguagem corporal nosferática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rebeca Matta pode ser baiana, mas cabe mais em uma São Paulo pós-apocalíptica ou em uma Curitiba de Dalton Trevisan. O som é algo totalmente distinto. Como li em uma descrição dia desses, "é muito rock pra ser MPB, muito MPB pra ser rock e muito eletrônica para ser os dois". É Faith No More produzido por William Orbit e com Beth Gibbons no vocal. Não com aquele sentimento cool e distante, mas contundente como a Bethânia de "Carcará", sem perder o timbre suave e límpido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém pareceu entender muito bem. Nem mesmo quando ela tentou chegar ao nível dos mortais com as suas perversões de "Mistério do Planeta", dos Novos Baianos, "Xique-Xique (Parabelo)", de Tom Zé, ou de duas da Gal ainda relevante: "Divino, Maravilhoso" e "Vapor Barato".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ficou o impacto. Que é muito melhor do que a reles massagem no ego do publiquinho universitário lugar-comum.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2689003272732446343-441067532961602705?l=brincandocomfacas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/feeds/441067532961602705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2689003272732446343&amp;postID=441067532961602705&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/441067532961602705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/441067532961602705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/2008/05/eu-vi-o-no-eu-vi-bala-matadeira.html' title='Eu vi o não, eu vi a bala matadeira.'/><author><name>David Tavares Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08701140547705246582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://b1.ac-images.myspacecdn.com/00404/14/80/404220841_l.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2689003272732446343.post-308207612126623878</id><published>2008-04-22T07:55:00.000-07:00</published><updated>2008-08-20T15:23:00.798-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pseudoliteratura'/><title type='text'>Você.</title><content type='html'>Você&lt;br /&gt;é brasa que arde sob a pele.&lt;br /&gt;Junto a você, fico ofegante,&lt;br /&gt;mal consigo respirar.&lt;br /&gt;Meu corpo se entorpece,&lt;br /&gt;não tenho cabeça pra mais nada.&lt;br /&gt;O tempo pára, e eu só consigo te sentir.&lt;br /&gt;Tudo por causa de você.&lt;br /&gt;Sua gripe safada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2689003272732446343-308207612126623878?l=brincandocomfacas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/feeds/308207612126623878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2689003272732446343&amp;postID=308207612126623878&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/308207612126623878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/308207612126623878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/2008/04/voc.html' title='Você.'/><author><name>David Tavares Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08701140547705246582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://b1.ac-images.myspacecdn.com/00404/14/80/404220841_l.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2689003272732446343.post-9183463366401326716</id><published>2008-04-16T15:54:00.001-07:00</published><updated>2008-08-20T15:23:53.686-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='wtf?'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='whatever'/><title type='text'>Para Estefânia</title><content type='html'>E lá vai ela, selvagem e impulsiva, adentrando os 19. Marca ingrata, absurda, aguda e cruel que os anos fazem sobre o indivíduo. Análise numerológica: 1+9=10. 1+0=1. É o início de um novo ciclo, ou o reinício do mesmo, em seu eterno retorno.&lt;br /&gt;Ninguém nunca me avisou que ter dezenove era pior do que ter treze, ou dezessete, idades igualmente críticas. Mas, no fim das contas, a gente sai desse período com a cabeça erguida, sabendo que podem vir as tropas napoleônicas pra cima que nós estraçalhamos numa só dentada. Isso eu falo mesmo ainda faltando um mês e meio pra já adentrar a casa dos jurássicos e deprimentes Vinte.&lt;br /&gt;Neste exato momento, toca "When I Grow Up" do Garbage nos meus fones de ouvido. Quando eu crescer, eu serei estável. Quando eu crescer, eu transformarei tudo. Isso é o que Shirley Manson me diz e eu ouço até hoje, acatando admirado, crente que um dia eu farei jus a essas frases. E eu lhe digo: curta seus dezenove da melhor e da forma mais selvagem possível. E lembre-se: você ainda é uma teenager (nineTEEN). Isso pode ser usado em seu favor.&lt;br /&gt;Mas também, quem sou eu pra lhe dizer alguma coisa!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2689003272732446343-9183463366401326716?l=brincandocomfacas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/feeds/9183463366401326716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2689003272732446343&amp;postID=9183463366401326716&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/9183463366401326716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/9183463366401326716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/2008/04/para-estefnia.html' title='Para Estefânia'/><author><name>David Tavares Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08701140547705246582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://b1.ac-images.myspacecdn.com/00404/14/80/404220841_l.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2689003272732446343.post-7279171217925480259</id><published>2008-04-16T15:28:00.000-07:00</published><updated>2008-08-20T15:24:12.315-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pseudoliteratura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='whatever'/><title type='text'>Senhas</title><content type='html'>São dez pras cinco da tarde e eu arrumo as senhas para o atendimento dos clientes do dia seguinte. Todas emaranhadas numa pequena caixa de papel. É quase sempre nesse horário que me lembro de organizá-las. Misturam-se vontade de sair o mais rápido possível e ponderação sobre adiar as tarefas de amanhã. Meu ímpeto principal é o de deixar as coisas inacabadas, esparsas, jogadas por aí. É assim com muitas coisas. O amanhã, ora essa, não existe: é apenas um conceito pra permitir que o homem seja coerente, de alguma forma. Mesmo que seja na sua incoerência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oitenta e três, oitenta e dois, oitenta, setenta e sete, vinte e cinco. Junto tudo em pequenos montes, pra depois colocar tudo no devido lugar, em ordem crescente. Lembro-me da época em que roubaram a senha um. Quando o primeiro da fila, às sete da manhã, pegava a senha dois, exclamava: "nossa, que eficiência! o atendimento mal começou e uma pessoa já concluiu seu processo inteiro!". Quer dizer, devia exclamar. Eu exclamaria. Whatever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, os funcionários todos já se reúnem em volta do relógio de ponto. Eu os observo com o canto dos olhos, murmurando qualquer coisa dos Eurythmics. I should've known better, but I trusted you at first. I should've known better, but I get what I deserve, uo-uo-uo-uou. Mas quando o sinal toca, o amanhã pouco importa mesmo. As senhas ficam lá, do modo que estiverem. Afinal, a ordem dos fatores não muda o resultado da operação mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2689003272732446343-7279171217925480259?l=brincandocomfacas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/feeds/7279171217925480259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2689003272732446343&amp;postID=7279171217925480259&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/7279171217925480259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/7279171217925480259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/2008/04/senhas.html' title='Senhas'/><author><name>David Tavares Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08701140547705246582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://b1.ac-images.myspacecdn.com/00404/14/80/404220841_l.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2689003272732446343.post-6796040354884047199</id><published>2008-04-16T15:16:00.000-07:00</published><updated>2008-08-20T15:24:37.097-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='wtf?'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='whatever'/><title type='text'>Metalinguagem</title><content type='html'>Cá estou eu, nesta sala gelada e impessoal, cheia de gente. Um ruído grave de ar condicionado toma o ambiente. O cheiro me lembra algo de industrial. Neste ambiente, sento-me a este computador velho com meu MP3 player e escrevo. Escrevo sobre o que me invade e toma conta. Sobre todas as emoções clandestinas que fazem assentamentos na minha mente e lá permanecem, exigindo consideração até que chegue uma força coercitiva ou redentora.&lt;br /&gt;Escrevo sobre mim, sobre você, sobre nós e sobre os outros. Para mim e para todos.&lt;br /&gt;Principalmente, pra você.&lt;br /&gt;Espero que essas parcas linhas lhe agradem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2689003272732446343-6796040354884047199?l=brincandocomfacas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/feeds/6796040354884047199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2689003272732446343&amp;postID=6796040354884047199&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/6796040354884047199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/6796040354884047199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/2008/04/c-estou-eu-nesta-sala-gelada-e.html' title='Metalinguagem'/><author><name>David Tavares Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08701140547705246582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://b1.ac-images.myspacecdn.com/00404/14/80/404220841_l.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2689003272732446343.post-5391492791944637758</id><published>2008-04-16T12:24:00.000-07:00</published><updated>2008-08-20T15:24:58.143-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pseudoliteratura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='wtf?'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='whatever'/><title type='text'>Águas barrentas</title><content type='html'>Quando o choque veio, não havia me preparado. De repente, me vi lutando para respirar entre os escombros de uma vida até então muito distante de mim. Como reação, veio o instinto (auto)destruidor. Aquela dor necessária precisava ser impedida. Uma anestesia ou somatização qualquer, por favor.&lt;br /&gt;Mas, após atingir o fundo, consegui enxergar que estava me afogando em um lago que dava pé. Apenas não enxergava porque eram águas turvas, barrentas.&lt;br /&gt;A solução? Primeiramente, seria boiar, me entregando ao acaso. Ou então me erguer e aguardar pacientemente o bote salva-vidas.&lt;br /&gt;E não é que ele parece vir?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2689003272732446343-5391492791944637758?l=brincandocomfacas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/feeds/5391492791944637758/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2689003272732446343&amp;postID=5391492791944637758&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/5391492791944637758'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/5391492791944637758'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/2008/04/guas-barrentas.html' title='Águas barrentas'/><author><name>David Tavares Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08701140547705246582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://b1.ac-images.myspacecdn.com/00404/14/80/404220841_l.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2689003272732446343.post-3878240418861060595</id><published>2008-04-15T15:44:00.001-07:00</published><updated>2008-08-20T15:25:12.966-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pseudoliteratura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='whatever'/><title type='text'>No início, era o verbo.</title><content type='html'>Foda-se, eu não agüento, ele disse. E tudo se transformou ao redor. Pela primeira vez, ele admitia que não era nenhum ser sobrenatural que agüenta todo o peso do mundo com um sorriso no rosto, e passava a aparentar ser uma pessoa normal. Como ele de fato era. Os céus se abriram com sua palavra libertadora. Foda-se, não é nada de mais, não é nem mesmo um palavrão. É a mera concretização do desapego. Não se pode ter o controle de tudo, afinal. E quem foi mesmo quem disse a ele que deveria ser este Grande Responsável por Tudo? Deste momento em diante, ele foi outro. Limites estabelecidos, seus fantasmas se foram. Se um verbo o tornou livre, porque outros termos não ajudariam?&lt;br /&gt;Afinal, o vai-à-puta-que-o-pariu e o vai-tomar-no-olho-do-seu-cu não devem ter sido criados à toa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2689003272732446343-3878240418861060595?l=brincandocomfacas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/feeds/3878240418861060595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2689003272732446343&amp;postID=3878240418861060595&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/3878240418861060595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/3878240418861060595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/2008/04/no-incio-era-o-verbo.html' title='No início, era o verbo.'/><author><name>David Tavares Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08701140547705246582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://b1.ac-images.myspacecdn.com/00404/14/80/404220841_l.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2689003272732446343.post-5810484372103397866</id><published>2008-04-15T15:20:00.000-07:00</published><updated>2008-08-20T15:25:34.249-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pseudoliteratura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='wtf?'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='whatever'/><title type='text'>Arquetípico</title><content type='html'>Na rua deserta, passo pelo muro com o reboco caído que um dia já simbolizou minha dor. Ainda tenho a foto. Minhas mãos longas tocam a ferida da parede como se fossem a minha própria. Nada de físico, apenas abstração. A baixa resolução do arquivo dava conta do resto. Hoje, já não me disse mais nada. É apenas um muro maltratado numa rua suja e esquisita. Tocá-lo não é mais nada de arquetípico. Deixar de fazê-lo é apenas sensato. E eu sigo em frente. Não tão resoluto, mas resiliente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2689003272732446343-5810484372103397866?l=brincandocomfacas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/feeds/5810484372103397866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2689003272732446343&amp;postID=5810484372103397866&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/5810484372103397866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/5810484372103397866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/2008/04/arquetpico.html' title='Arquetípico'/><author><name>David Tavares Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08701140547705246582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://b1.ac-images.myspacecdn.com/00404/14/80/404220841_l.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2689003272732446343.post-322272050170313964</id><published>2008-04-15T10:54:00.000-07:00</published><updated>2008-08-20T15:25:48.137-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pseudoliteratura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='whatever'/><title type='text'>Peixes em cativeiro</title><content type='html'>Plantado neste escritório, quero desaparecer. Brota em mim um desejo intenso de sumir por entre as letras de todos os protocolos e planilhas. Quero enfiar a cabeça na camisa social e partir para uma existência paralela, como no clipe dos Chemical Brothers. Mas, neste momento, sou Vishnu, criando tudo com meus múltiplos braços e sendo sugado por todos aqueles que anseiam, simultaneamente, por ócio e remuneração. Cínicos. Tédio, raiva contida e autoindulgência se misturam: isso é o pior de ter lua e marte em Peixes, em conjunção. E, claro, passar dez horas do meu dia enfurnado aqui. No fim, tudo se resume a uma frustração esperançosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperançosa em dar o fora, claro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2689003272732446343-322272050170313964?l=brincandocomfacas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/feeds/322272050170313964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2689003272732446343&amp;postID=322272050170313964&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/322272050170313964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2689003272732446343/posts/default/322272050170313964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brincandocomfacas.blogspot.com/2008/04/peixes.html' title='Peixes em cativeiro'/><author><name>David Tavares Dias</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08701140547705246582</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://b1.ac-images.myspacecdn.com/00404/14/80/404220841_l.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
